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Paulo G. M. de Moura – Cientista político Disrupção significa a quebra ou descontinuidade de um processo estabelecido. O termo está em voga para caracterizar o impacto das novas tecnologias sobre a vida cotidiana, o mundo do trabalho e a economia. Mas, se todas essas dimensões da vida humana estão mudando sob impacto das novas tecnologias, como imaginar que a política ficaria imune à mudança? Vamos portanto, tentar iluminar algumas dimensões do que se passa na política brasileira...

Paulo G. M. de Moura – cientista político O Brasil vive uma das crises mais graves de toda a sua história. Fruto de treze anos de governos petistas e de políticas econômicas erradas o país mergulhou numa grave situação. Recessão profunda e prolongada, desemprego recorde, perda de renda e capacidade de compra da população, desesperança para com o futuro, descrédito e deslegitimação da classe política e das instituições são os ingredientes que alimentam o estado de espírito...

Paulo G. M. de Moura – Cientista Político O termo civilização é associado à ideia de abandono da violência e sua substituição por valores morais, regras de convivência e instituições de mediação dos conflitos entre integrantes de uma sociedade. A civilização ocidental inventou a democracia liberal e a separação de poderes entre Executivo, Legislativo e Judiciário visando impedir a tirania dos governantes. Com todas as suas imperfeições a democracia liberal segue sendo a mais evoluída forma de processar...

A mais recente pesquisa Datafolha de dezembro passado apontava Bolsonaro com 11% das manifestações espontâneas de intenção de voto. No seu melhor desempenho o candidato chegou a 19% nas manifestações estimuladas nesse levantamento. Até agora Bolsonaro só cresceu nas pesquisas. Todos os institutos o apontam como segundo colocado. Há diversos fatores que podem explicar esse desempenho. Entre as mais relevantes causas da grande adesão de uma parcela do eleitorado ao candidato pode estar uma combinação de três...

Por Paulo G. M. de Moura – Cientista Político Os comentaristas do óbvio da imprensa brasileira passaram o dia falando da destituição de Tasso Jereissati da presidência do PSDB como resultado de uma ação de Aécio Neves. Sim, Aécio moveu as pedras no tabuleiro, mas, o grande protagonista dessa que é uma das mais geniais jogadas da política brasileira recente é Michel Temer. Entrando na reta final do mandato, para o qual estabeleceu a meta de passar para...

Por Paulo G. M. de Moura – Cientista Político A expectativa de grande renovação na política brasileira nas eleições de 2018 está na mídia e nas análises que se publicam. Devido ao enorme desgaste de imagem sofrido pelos políticos e partidos tradicionais em decorrência da onda de corrupção que invade as manchetes diariamente. Fruto desse ambiente há muita gente imaginando que as urnas serão inundadas por muitos votos nulos, de uma parte, e por muitos votos destinados...

Por: Paulo G. M. de Moura – cientista político Na semana que passou repercutiu nas mídias sociais um ataque de Eduardo Bolsonaro contra João Dória em função de uma foto em que Alexandre Borges apareceu ao lado do prefeito paulistano no lançamento do livro “Guia Bibliográfico da Nova Direita” de Lucas Berlanza. O inusitado ataque surpreendeu quem sabe que Alexandre Borges assessorou Flávio Bolsonaro na eleição passada para a prefeitura do Rio de Janeiro e é um dos...

No dia 9 de abril passado os juristas Modesto Carvalhosa, Flávio Bierrenbach e José Carlos Dias publicaram um “Manifesto à Nação” na coluna de Opinião do jornal O Estado de São Paulo, no qual propugnavam a necessidade de convocação urgente de uma Assembleia Nacional Constituinte. Em seguida o jornal posicionou-se editorialmente favoravelmente à proposta. Foi o que bastou para que o assunto fosse pautado na agenda nacional. Em seguida a questão da Constituinte foi objeto de...

A construção de consensos quanto às regras de acesso e distribuição do poder é difícil. O consenso que instaurou a ordem política em vigor foi construído na Constituinte de 1988, que não foi exclusiva - isto é, os próprios parlamentares a votaram. Mudá-lo não é tarefa simples. Muito menos é algo que se consiga às pressas. A lógica que orientou a legislação vigente visava a construir condições de governabilidade. Uma das explicações para o golpe militar de...

Talvez haja uma sutileza não percebida por muitos nesses últimos posts do Augusto de Franco sobre essa direita reacionária a que se refere (http://dagobah.com.br/os-que-se-dizem-de-direita-nao-sao-a-direita/). Os liberais não foram, corretamente, a meu ver, depositados por ele na "caixinha" em que se enquadram esses que se assumem "A direita". Acredito até, embora eu não me identifique com todas as ideias conservadoras (no sentido da tradição do pensamento e não da autocaracterização que muitos desses reacionários da "caixinha" fazem...